quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

SP continua com três rodovias interditadas devido às chuvas; Dutra tem lentidão

19/01/2011 - 12h34

SP continua com três rodovias interditadas devido às chuvas; Dutra tem lentidão

PUBLICIDADE
DE SÃO PAULO
Ao menos, três rodovias de São Paulo permaneciam com trechos de interdição na tarde deste quarta-feira em decorrência das chuvas das últimas semanas. Os bloqueios eram totais e estavam na SP-008, SP-23 e o SP-304.
Além disso, havia registro de congestionamento na Dutra, entre o km 219 e o km 221, em Guarulhos (Grande SP), e entre o km 229 e o km 230, em São Paulo. Os dois trechos de retenção eram causados por excesso de veículos no sentido São Paulo e estavam concentrados na pista lateral.
Na SP-008, o DER (Departamento de Estradas e Rodagem) apontava problema no km 128, na altura de Socorro (134 km de SP). Quem trafega pelo local deve fazer um desvio pela SP-95, SP-360 e pela SP-147. Além disso, há ainda a possibilidade de desviar do trecho por vias urbanas.
Já na SP-23 --rodovia Prefeito Luiz Salomão Chamma--, que liga Mairiporã e Franco da Rocha, na Grande SP, registrava bloqueio no km 43, na altura de Franco em decorrência de alagamentos. O mesmo trecho já tinha ficado interditado na semana passada. O desvio deve ser feito por trecho urbano.
O DER afirmou ainda que mesmo com sinalização no local, há registro de motoristas que enfrentam a inundação e arriscam passar pelo local. Apesar disso, o órgão pede que a prática seja evitada por motivo de segurança.
Outro problema de bloqueio estava na rodovia Geraldo de Barros (SP-304), no km 191. Segundo o departamento, as chuvas provocaram uma erosão na cabeceira de uma ponte do local. O motorista deve utilizar a SP-308 e a SP-191 para desviar da interdição.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

São Paulo fica embaixo d´água

Alagada, cidade de Franco da Rocha (SP) decreta situação de emergência



DE SÃO PAULO
A Prefeitura de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, decretou situação de emergência nesta quarta-feira após parte da cidade ficar alagada em decorrência das chuvas dos últimos dias. A situação foi agravada ainda pelo aumento da vazão da represa Paiva Castro.
Sobe para 63 o número de mortes no RJ
Jardim Romano fica seco, mas vizinhos continuam submersos
Com caixa cheio, Kassab não usa verba antienchente em SP
Veja imagens dos estragos causados pelas chuvas
Leia a cobertura completa sobre as chuvas no país
Eduardo Anizelli/Folhapress
Chuva alaga o centro do município de Franco da Rocha
Chuva alaga o centro do município de Franco da Rocha
Segundo a assessoria da prefeitura, as águas invadiram a prefeitura, a Câmara municipal, a cadeia pública, entre outros prédios. Um dos bairros mais afetados foi o de Vila Nossa Senhora Aparecida, onde cerca de 35 casas tiveram que ser desocupadas. As famílias foram encaminhadas para a casa de amigos e parentes.
A prefeitura afirmou que já tem uma escola municipal preparada para atender pessoas que possam ficar desalojadas. Até o início da tarde de hoje, o órgão ainda não tinha um balanço de pessoas afetadas ou que tenham deixado suas casas. Também não há informações feridos ou mortos.
A cidade ainda tinha alguns pontos de alagamento devido as chuvas da noite de segunda-feira, quando novos temporais atingiram a região na madrugada de hoje. A rodovia Prefeito Luiz Salomão Chama (SP-023), que liga Franco da Rocha a Mairiporã (Grande SP), possui um ponto intransitável de alagamento na chegada a Franco.
Por conta do bloqueio, nos dois sentidos da estrada, a Polícia Rodoviária Estadual montou desvio. O motorista que trafega em direção a Franco da Rocha deve utilizar a estrada Santa Inês. Já quem utiliza o sentido oposto, deve passar pelo trecho urbano de Caieiras, na Grande SP.

Luciano Ferraz Mendes/Leitor
Após alagamentos, cidade de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, decreta situação de emergência
Após alagamentos, cidade de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, decreta situação de emergência

Chuvas deixam pelo menos 63 mortos no Estado do Rio de Janeiro

Prefeito de Teresópolis confirma 54 mortes em entrevista à TV. Nova Iguaçu tem outros sete casos e Petrópolis, dois

As fortes chuvas que atingiram o Estado do Rio de Janeiro entre a noite de terça-feira e a madrugada desta quarta já deixaram pelo menos 63 mortos, além de centenas de desabrigados, segundo informações das autoridades locais. As cidades mais afetados são Teresópolis, Nova Friburgo e Petrópolis, todas na Região Serrana. Ainda há pessoas desaparecidas e as equipes continuam os trabalhos de resgate.
O prefeito de Teresópolis, Jorge Mário, confirmou em entrevista à TV a morte de 54 pessoas em deslizamentos de terra. Outras 7 morreram em Nova Friburgo, incluindo uma criança; e duas em Petrópolis.
Jorge Mário disse que Teresópolis tem mais de 500 desabrigados e ao menos 15 bairros afetados pela chuva. "Essa é a maior catástrofe da história do município", afirmou.
Em Nova Friburgo, segundo os bombeiros, uma mulher foi arrastada pela enxurrada no bairro Vila Amélia. Na rua São Roque, no bairro Alto de Olaria, o desabamento de um prédio de três andares matou uma menina, de cerca de 9 anos, e um homem, de 67 anos.
Bombeiros continuam procurando por possíveis vítimas que estejam debaixo dos escombros, já que a informação de vizinhos é de que três famílias moravam no local. Há informações de que três pessoas estão desaparecidas. Segundo a Defesa Civil municipal, o edifício está localizado em uma área próxima a encostas e as fortes chuvas que atingem o município desde a noite de terça-feira podem ter abalado a sua estrutura.
Foto: Agência O Globo
Uma encosta deslizou e soterrou casas e carros no bairro Caleme em Teresópolis

domingo, 9 de janeiro de 2011

Maior parte de armas e drogas entram no País por 18 pontos



DANIEL FAVERO
A fronteira brasileira tem 17 mil km de extensão e faz a divisa de 11 Estados com 10 países, um vasto território explorado por traficantes de armas e drogas. A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Violência Urbana da Câmara de Deputados, cujo relatório foi votado em dezembro do ano passado, identificou 18 pontos como os principais corredores do tráfico no Brasil.
A maioria desses pontos está na fronteira dos Estados do Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Sul, que fazem divisa com o Paraguai, Argentina e Uruguai. De acordo com o relator da comissão, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), com a aplicação da lei do abate (que permite à Aeronáutica abater aeronaves consideradas suspeitas ou hostis ao Brasil), a rota, que antes era aérea, passou a ser feita por via terrestre. "Um trabalho de formiguinha", afirma.
"Há alguns anos, quanto investigávamos isso, constatávamos dezenas de casos de aeronaves pequenas que adentravam o território nacional com armas drogas e munição que eram apreendidas", diz o parlamentar. "Hoje, praticamente, não se vê mais isso por causa da lei do abate e pelo sistema de vigilância de satélites, radares na Amazônia, então houve um mudança substancial de rota", explica.
Como a droga é transportada
De acordo com o coordenador adjunto do Grupo Especial de Segurança de Fronteira (órgão do governo do Mato Grosso constituído em parceria com a União em 2003), major Gildázio Alves da Silva, os métodos mais frequentes de tráfico são: as "mulas", pessoas contratadas que engolem cápsulas com drogas ou levam o produto em mochilas a pé por 60,70 e até 90 km dentro das matas; os compartimentos dentro de veículos, conhecidos como "mocós"; dentro de contêineres de carga, cuja fiscalização é prerrogativa da Receita Federal; e na própria roupa, calçados ou coladas no corpo.
O major do Gefron diz que quando a fiscalização é fortalecida, os traficantes, de grupos como o Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital (PCC), que possuem braços na região da Bolívia, usam um método conhecido como "lançamento". São pequenos voos de aproximadamente 20 minutos que lançam a droga dentro de propriedades rurais, em locais marcados pelo GPS, e voltam antes da chegada da aeronáutica que leva, segundo ele, em média 40 minutos. "Quando a situação começa a apertar, eles realizam voos de 20 minutos dentro do território brasileiro, o bastante para percorrer uns 150 km.
O major afirma que não existe um padrão na atuação dos traficantes. A forma de traficar muda de acordo com a estratégia das autoridades de fiscalização. "Quando nos focamos mais na fiscalização dos compartimentos com drogas em veículos (mocós), percebemos que aumentava a incidência de drogas em táxis bolivianos, ônibus, de pessoas que engolem cápsulas de drogas ou de pessoas presas em áreas de mata", afirma.
Armas abastecem traficantes do RJ e SP
No entanto, apesar de ser feito de forma mais pulverizada, o trafico de armas ainda consegue abastecer traficantes no Rio de Janeiro e em São Paulo. Em dezembro, foi preso em Santana do Livramento, fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai, um traficante de armas que mandava 60 fuzis por mês para Rio e São Paulo.
De acordo com o Mapa do Tráfico de Armas, elaborado pela ONG Viva Rio, e divulgado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça, em dezembro do ano passado, nos últimos 10 anos foram apreendidas 226 mil armas em 19 Estados. Atualmente, existem 16 milhões de armas em circulação no País, das quais 7,6 milhões em situação ilegal.
A maioria das armas estrangeiras foram apreendidas no Rio Grande do Sul (18,8%) e Rio de Janeiro (16,4%), entre os armamentos de uso restrito, a maior parte é fabricada nos EUA e no Paraguai. No entanto, 80% das armas apreendidas no Brasil foram fabricadas em solo nacional.
O estudo apontou que cerca de 30% das armas confiscadas foram compradas legalmente e entram na clandestinidade pela falta de controle. Existe ainda o efeito "bumerangue", ou seja, armas são exportadas pelo Brasil e voltam ao País, principalmente pelas fronteiras com o Paraguai e Bolívia, elas correspondem a 28,13% do total de apreensões, segundo dados da pesquisa sobre o Tráfico de Armas.

brasil renova suas forças belicas no exercito


Pronto. Missão cumprida. A candidata do PT, Dilma Rousseff, posou para fotografias ao lado do presidente da França, Nicolas Sarkozy. E cumprida com louvor. Recebeu beijos na despedida de um encontro de 25 minutos no Palácio do Elysée, em Paris, solicitado pela candidata. Mas os marqueteiros de Dilma queriam mais. A entrada no interior do palácio do cinegrafista que a equipe da candidata leva a tiracolo na turnê promocional pela Europa. O objetivo era registrar o encontro de Rousseff com Sarkozy para o horário de propaganda eleitoral. O protocolo presidencial francês brecou a idéia.
Houve quem desejasse saber o que foi tratado no encontro imediatamente antes da sessão fotográfica e pelo qual Dilma classificou de “muito bom, muito gentil”. A candidata gastou um minuto e cinqüenta e dois segundos relatando platitudes. Um raro momento onde o discurso reflete exatamente o que aconteceu. Em uma palavra: nada. Antes de ser convidada gentilmente a deixar o pátio devido à chegada de um outro visitante, o chefe da igreja maronita libanesa, patriarca Nasrallah Boutros Sfeir, sobrou tempo para perguntar sobre a compra dos 36 Rafales franceses para a Força Aérea Brasileira (FAB) .
O maior gasto militar da história do Brasil — 12 bilhões de reais — não poderia estar fora da conversa entre a eventual presidente do país com Sarkozy. Embora fosse como apostar na vitória da Espanha contra a Suíça, a zebra desfilou a seu modo não só na Copa mas também na capital da França . “Não tratamos do assunto”, disse a canditada do PT. Mais cedo, Dilma recebeu o apoio à sua candidatura da principal  adversária de Sarkozy, a secretária-geral do Partido Socialista francês, Martine Aubry. O que é perto de nada.
Fora do roteiro, o brasileiro José Tadeu, ligado ao PT de Brasília, apareceu em frente ao hotel cinco estrelas Champs Elysée Plaza onde Dilma se hospedadou. No momento em que a candidata do PT despedia-se de Aubry, em mais uma sessão de fotografias, Tadeu  começou a gritar em português: “Sarney é igual a Hitler, Sarney é igual a Hitler, aqui é a França.” Dilma reganhou rápido sua suíte. Atônita, Martine Aubry quis saber quem era Sarney?
Por Antonio Ribeiro
09/02/2010
 às 8:34 \ França

Viva o contribuinte brasileiro!

Evolução da exportações de armas francesas
Exportações de armas francesas
As olimpíadas Rio 2016 nem começaram, mas a França quebrou um recorde. A razão não é o bom desempenho dos seus atletas, mas sobretudo a formidável generosidade dos contribuintes brasileiros que pagam impostos ao governo Lula – a despeito deles, diga-se  en passant. Devido às encomendas militares nacionais – 4 submarinos e 50 helicópteros – a França chegou à marca histórica de 8 bilhões de euros em vendas de armamentos no ano passado — um aumento de  21% em relação a 2008. O país deverá subir ao pódio em este ano quando concluir a venda dos 36 aviões de combate Rafale ao Brasil, tornando-se o terceiro maior exportador de armas do mundo. O Ministério da Defesa francês estima que irá vender entre 10 e 12 bilhões de euros em armas  em 2010 (veja o gráfico), mais da metade só para o Brasil.
Por Antonio Ribeiro
04/02/2010
 às 10:45 \ Brasil-França

Ações da Dassault dão salto olímpico

acoesdassault2A francesa Dassault Aviation, fabricante do Rafale, como de costume, não quer comentar a informação que Lula oficializou a compra de 36 aviões de combate para substituir caças da Força Aérea Brasileira no projeto FX-2. O Palácio do Elyseé também preferiu ficar em silêncio. No mundo real, as ações da empresa deram um salto  como já não acontecia em anos, elas subiram 5,3% na Bolsa de Paris, depois da notícia. A compra dos caças é questão capital para Dassault, desde a série de anulações de pedidos, devido a crise econômica, do seu produto principal, o jato executivo Falcon.
Se no lado francês adotou-se o mutismo,  o ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou que o preço do Rafale, o mais caro entre os 3 caças concorrentes, é apenas um elemento “componente”. Quanto ao relatório da FAB, elaborado pelo Copac (Comissão Coordenadora do Programa Aeronaves de Combate), que apontou o sueco Gripen NG como a melhor opção, Jobim disse foram usados “parâmetros que não coadunam com a Estratégia Nacional de Defesa.”
Por Antonio Ribeiro
22/01/2010
 às 16:20 \ Brasil-França

Rafale, caiu a ficha

rafaleindia
A licitação sobre o reaparelhamento da FAB, a compra de 36 caças do projeto FX-2, seguia naturalíssima como águas que correm para o mar. Lembrava um passeio no pomar. O blog De Paris não tem a pretensão de considerar a relevância dada ao assunto aqui como o único responsável pela tomada de consciência de tema que por si só sempre mereceu mais atenção alhures. Trata-se da maior compra militar da história do Brasil cuja conta será paga pelo contribuinte durante os próximos 7 mandatos presidenciais.
Mas foi aqui sim que se afirmou pela primeira vez que Lula tinha feito sua escolha pelo Rafale – julho de 2009. Alguns ainda casam a evidência com verbo no condicional. Foi aqui sim, e pela primeira vez, que se ressaltou o desrespeito por regras básicas de uma licitação. Nunca neste país o resultado de uma concorrência foi tão descaradamente anunciada antes do encerramento. Foi aqui sim que se descobriu a estadia de parlamentares brasileiros em Paris pagas, na sua maior parte, pela Dassault, fabricante do Rafale. Foi aqui sim que se revelou que o “deslocamento a Saint Emilion”, como constava na agenda oficial de Nelson Jobim, era jantar do ministro da Defesa no castelo da família Dassault.
E aqui não se escreveu com menos profundidade sobre o assunto do que em qualquer outro espaço da imprensa brasileira. É fácil de constatar que, na maioria dos casos, o empenho foi bem maior.
Nota-se agora uma correria para tirar o atraso da falta de atenção inicial. Tudo bem, antes tarde do nunca. No entanto, é prudente ter cuidado para não tropeçar. A partir de um despacho da agência Indian Express – circula na internet desde abril de 2009 – deduziu-se ter chegado a uma espécie de descoberta da pólvora.
A noticia dá conta da eliminação do Rafale na concorrência para compra de 126 caças para a Força Aérea Indiana (IAF) no valor global de 10 bilhões de dólares. Pegou-se 10 bilhões e dividiu-se por 126 para chegar a 73,34 milhões de dólares o preço de cada caça. Concluiu-se que o preço do Rafale saía pela metade do que a Dassault está oferecendo ao Brasil.
Os 10 bilhões de dólares é uma estimativa de um valor que o próprio Ministério da Defesa da Índia afirma que não foi definido. A Dassault lembra, com razão, que o preço varia em função do volume do estoque de peças de reposição, do tempo do apoio logístico e das especificações do caça exigidas pelo comprador. As especificações da FAB não são as mesmas que as da IAF. A eliminação inicial do Rafale da concorrência não foi, ainda segundo a India, em razão do preço, mas por não cumprir especificações técnicas. A Dassault poderá voltar à licitação desde que atenda as especificações. O Rafale com preço equivalente ao proposto na licitação brasileira perdeu concorrência o para o F-16 (Lockheed Martin) no Marrocos e na Coréia do Sul para o F-15 (Boeing).
Mas o dobro não é muito? Dobro? A proposta de Nicolas Sarkozy a Lula é que o Brasil pague o mesmo que a Aeronáutica e Marinha francesa pagaram pelo Rafale – a única referência de preço pago Rafale até hoje. Ou seja, entre 64 e 70 milhões de euros. O preço está documentado noLivre Blanc, no Senado francês. No entanto, estima-se que o Rafale vai custar em torno 96 milhões de euros para o contribuinte brasileiro.
Portanto, a diferença de preço não está na concorrência indiana cujos dados são vagos, mas entre o que a França pagou e o que o Brasil irá pagar. Ou seja, entre a promessa de Sarkozy e a conta da Dassault. Adicione à equação o elemento que não mudou, o Rafale é mais caro que os seus dois outros concorrentes, o F-18 Super Hornet e o Gripen NG.
Por Antonio Ribeiro